
Por telefone:"Eu moro na rua ***. Mas não se preocupe não. Chegando lá você vê logo um fusca vermelho e preto e um boneco gigante em cima dele. Alí todo mundo me conhece". Realmente não teve como se perder. No dia 2 de outubro fomos a casa de Zé do Rádio. Simplicidade em pessoa, ele nos recebeu muito bem. Contou como ganhou esse apelido, como foi parar no livro dos recordes e esclareceu a história de ser torcedor temporariamente do Clube Náutico Capibaribe -só pra poder namorar com sua atual esposa que o pai era alvirubro doente. Isso e muito mais no documentário "Futebol: Meu esporte, minha vida!".
Por Andressa Gomes
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